sexta-feira, 14 de março de 2008
Ahhh, Alex Silva! Ahhh, Alex Silva!
Finalmente uma notícia *realmente* boa sobre elenco. Alex Silva assinou com o São Paulo até 2010 e eliminou a suspeita de que sairia do clube no meio do ano de graça para onde quisesse. Parabéns ao Tricolor pela renovação, e ao atleta pela postura ética e grata ao clube que o acolheu e projetou para o mundo.
quinta-feira, 13 de março de 2008
São Paulo 2 x 1 Barueri
Que dizer deste jogo? TÁ UMA BOSTA, MURICY!
Houve quem visse, finalmente, um padrão tático definido no time do São Paulo. O Daniel Perrone, que eu respeito muito, escreveu isso em seu blog. Permita-me discordar, nobre colega.
Aproveitei o tempo em que o São Paulo conduziu a partida com mais tranqüilidade para observar o posicionamento em campo. O time não sabia direito se jogava com uma linha de 4 ou com 3 zagueiros. Os alas, que em tese devem pertencer ao meio-campo, pareciam pontas (sobretudo Joílson, que não consegue nunca achar seu lugar no campo). Os volantes melhoraram um pouco, mas Richarlyson e Hernanes (sobretudo o primeiro) ainda estão devendo muito. Carlos Alberto entrou bem no time, e do meio pra frente até que a coisa funcionou. Mas defensivamente continuamos confusos e deixando muito a desejar -- vide gol do Barueri.
Já são muitos jogos, e está difícil o São Paulo engrenar. Hoje, dos três grandes, é o mais fraco -- o que é quase inacreditável, considerando que um deles é o timinho da Marginal S/N.
Ou seja, TÁ UMA BOSTA, MURICY!
Houve quem visse, finalmente, um padrão tático definido no time do São Paulo. O Daniel Perrone, que eu respeito muito, escreveu isso em seu blog. Permita-me discordar, nobre colega.
Aproveitei o tempo em que o São Paulo conduziu a partida com mais tranqüilidade para observar o posicionamento em campo. O time não sabia direito se jogava com uma linha de 4 ou com 3 zagueiros. Os alas, que em tese devem pertencer ao meio-campo, pareciam pontas (sobretudo Joílson, que não consegue nunca achar seu lugar no campo). Os volantes melhoraram um pouco, mas Richarlyson e Hernanes (sobretudo o primeiro) ainda estão devendo muito. Carlos Alberto entrou bem no time, e do meio pra frente até que a coisa funcionou. Mas defensivamente continuamos confusos e deixando muito a desejar -- vide gol do Barueri.
Já são muitos jogos, e está difícil o São Paulo engrenar. Hoje, dos três grandes, é o mais fraco -- o que é quase inacreditável, considerando que um deles é o timinho da Marginal S/N.
Ou seja, TÁ UMA BOSTA, MURICY!
quarta-feira, 12 de março de 2008
Just what the doctor ordered...
Mais um lateral-direito: Jancarlos, ex-Atlético-PR. O pessoal no São Paulo tem uma fixação ou o quê?
Contem comigo:
Reasco é um.
Joílson, dois.
Rafael, três.
Éder, quatro.
Jancarlos, cinco.
E o titular é... ZÉ LUIS, improvisado!
Agora vai, hein?
Contem comigo:
Reasco é um.
Joílson, dois.
Rafael, três.
Éder, quatro.
Jancarlos, cinco.
E o titular é... ZÉ LUIS, improvisado!
Agora vai, hein?
terça-feira, 11 de março de 2008
Os riscos de uma revolução
Eu acho que entendi o que o Muricy quer fazer. Não, sério, acho que entendi mesmo. O Muricy tá achando que futebol é basquete.
Pense comigo: o grau de variação tática no basquete é muito melhor. Na hora de defender, o posicionamento é um; para atacar, é outro; se você vai bater um lateral no meio da quadra, pode trocar os jogadores em campo para fazer uma jogada ensaiada diferente; se quiser um chute de três, pode colocar três alas e tirar um pivô, para complicar o adversário; se quiser força no garrafão, pode colocar até dois pivôs em quadra. Enfim, as variações são infinitas, e o Muricy confessamente gosta disso.
Até hoje, nenhum técnico de futebol (até onde eu tenha conhecimento) já pensou nesse esporte como um análogo do basquete. Até porque existem diferenças óbvias: o tamanho do campo de jogo e as restrições fortes a substituições são as mais significativas.
Mas isso não impediu Muricy, que teve uma idéia (sem ironias) genial: é possível obter grau similar de variação tática, se os vários jogadores em campo puderem fazer várias funções diferentes na mesma partida. Isso permite que o time vá, num piscar de olhos, do 3-5-2 para o 4-4-2 ou para o 3-4-1-2 ou até para um 4-3-3. Pode atordoar os adversários com tamanha variação tática. Mas pode também atordoar o próprio time, ao tentar se adaptar a um conceito que parece mais afeito a um outro esporte do que àquele que se tenta jogar no momento.
Muricy já mostrou seu perfil de técnico de basquete no ano passado, com seu foco extremo na marcação. Dava quase para ouvir, durante os ataques do adversário, a torcida gritando "Defense! Defense! Defense!", tamanho o espírito combativo (mas leal) de sua equipe. A mentalidade se escondia por trás da frase: "O futebol é muito simples. Quando você tem a bola, você ataca. Quando você não tem a bola, você parte para a marcação." Parece um truísmo (e é mesmo), mas é o tipo de raciocínio que, de novo, se encaixa perfeitamente no frenético ritmo do basquete.
O treinador do São Paulo parecia ter acertado a mão no segundo semestre do ano passado, quando criou um time eficiente e vencedor (embora quase nunca com um futebol vistoso ou belo). Mas as coisas não andaram bem até agora em 2008, o que faz a torcida supor que será preciso alguma mágica para que tudo volte aos eixos antes de uma tragédia na Libertadores (que, convenhamos, é o que conta).
A filosofia de Muricy é muito interessante e pode ser uma forma revolucionária de se pensar taticamente o futebol. Mas o risco de toda revolução é o fracasso. Não que eu seja um fã da mediocridade, do "mais do mesmo", mas talvez o salto que nosso treinador quer dar seja grande demais -- afinal de contas, basquete e futebol NÃO SÃO iguais.
Pense comigo: o grau de variação tática no basquete é muito melhor. Na hora de defender, o posicionamento é um; para atacar, é outro; se você vai bater um lateral no meio da quadra, pode trocar os jogadores em campo para fazer uma jogada ensaiada diferente; se quiser um chute de três, pode colocar três alas e tirar um pivô, para complicar o adversário; se quiser força no garrafão, pode colocar até dois pivôs em quadra. Enfim, as variações são infinitas, e o Muricy confessamente gosta disso.
Até hoje, nenhum técnico de futebol (até onde eu tenha conhecimento) já pensou nesse esporte como um análogo do basquete. Até porque existem diferenças óbvias: o tamanho do campo de jogo e as restrições fortes a substituições são as mais significativas.
Mas isso não impediu Muricy, que teve uma idéia (sem ironias) genial: é possível obter grau similar de variação tática, se os vários jogadores em campo puderem fazer várias funções diferentes na mesma partida. Isso permite que o time vá, num piscar de olhos, do 3-5-2 para o 4-4-2 ou para o 3-4-1-2 ou até para um 4-3-3. Pode atordoar os adversários com tamanha variação tática. Mas pode também atordoar o próprio time, ao tentar se adaptar a um conceito que parece mais afeito a um outro esporte do que àquele que se tenta jogar no momento.
Muricy já mostrou seu perfil de técnico de basquete no ano passado, com seu foco extremo na marcação. Dava quase para ouvir, durante os ataques do adversário, a torcida gritando "Defense! Defense! Defense!", tamanho o espírito combativo (mas leal) de sua equipe. A mentalidade se escondia por trás da frase: "O futebol é muito simples. Quando você tem a bola, você ataca. Quando você não tem a bola, você parte para a marcação." Parece um truísmo (e é mesmo), mas é o tipo de raciocínio que, de novo, se encaixa perfeitamente no frenético ritmo do basquete.
O treinador do São Paulo parecia ter acertado a mão no segundo semestre do ano passado, quando criou um time eficiente e vencedor (embora quase nunca com um futebol vistoso ou belo). Mas as coisas não andaram bem até agora em 2008, o que faz a torcida supor que será preciso alguma mágica para que tudo volte aos eixos antes de uma tragédia na Libertadores (que, convenhamos, é o que conta).
A filosofia de Muricy é muito interessante e pode ser uma forma revolucionária de se pensar taticamente o futebol. Mas o risco de toda revolução é o fracasso. Não que eu seja um fã da mediocridade, do "mais do mesmo", mas talvez o salto que nosso treinador quer dar seja grande demais -- afinal de contas, basquete e futebol NÃO SÃO iguais.
domingo, 9 de março de 2008
Abuso do direito de perder pontos! Portuguesa 2x0 São Paulo
Pois é meus caros leitores, a situação não anda das melhores.
O São Paulo foi um time perdido e sem nenhuma criatividade e perdeu da Portuguesa. O time deixou o G4 e ainda ouviu seu treinador dizer "Era um resultado esperado".
Pera aí, perder pra Portuguesa sem ter viajado na Libertadores, é esperado desde quando?! Se esperava, porque não armou o time defensivamente para jogar nos contra-ataques?
Desculpas e mais desculpas, estamos na metade do mês de março e o SPFC não jogou ABSOLUTAMENTE NADA até agora na temporada!
Defendi muito o Muricy, mas ele parece cego em tiroteio, não vou me espantar se o time ficar fora das semifinais do Paulista. Ele podia deixar as desculpas em casa e começar a trabalhar melhor o posicionamento confuso da equipe e a absoluta não criatividade dos jogadores. A começar com a proibição do "bicão pro Adriano".
O SPFC anda jogando muito mal e essa queda de rendimento faz com que os jogadores percam a confiança, sinal de alerta vermelho ligado. Já perdemos muitos pontos.
Saudações Tricolores! E até quarta, contra o Barueri.
O São Paulo foi um time perdido e sem nenhuma criatividade e perdeu da Portuguesa. O time deixou o G4 e ainda ouviu seu treinador dizer "Era um resultado esperado".
Pera aí, perder pra Portuguesa sem ter viajado na Libertadores, é esperado desde quando?! Se esperava, porque não armou o time defensivamente para jogar nos contra-ataques?
Desculpas e mais desculpas, estamos na metade do mês de março e o SPFC não jogou ABSOLUTAMENTE NADA até agora na temporada!
Defendi muito o Muricy, mas ele parece cego em tiroteio, não vou me espantar se o time ficar fora das semifinais do Paulista. Ele podia deixar as desculpas em casa e começar a trabalhar melhor o posicionamento confuso da equipe e a absoluta não criatividade dos jogadores. A começar com a proibição do "bicão pro Adriano".
O SPFC anda jogando muito mal e essa queda de rendimento faz com que os jogadores percam a confiança, sinal de alerta vermelho ligado. Já perdemos muitos pontos.
Saudações Tricolores! E até quarta, contra o Barueri.
quinta-feira, 6 de março de 2008
A redenção de um grande jogador! São Paulo 2 x 1 Audax Italiano

Ufa! Foi um sufoco pessoal, mas conseguimos vencer!
O mais bonito que eu posso comentar é ver um jogador como o Adriano ser massacrado por todos os lados e reagir dessa maneira, foi espetacular, iluminado... eu diria predestinado! Talvez essa seja uma característica dos grandes jogadores.
Com 2 gols que deram a vitória, Adriano calou a imprensa e todos que não acreditavam que ele poderia contribuir para o SPFC na Libertadores. Foi um belo cartão de visitas, não acham?
O jogo se resume a 5 fatos:
1o Audax abre o placar com Villanueva na metade do segundo tempo.
2o Audax tem jogador expulso
3o Aloisio entra no lugar de F. Santos
4o São Paulo empata com Adriano
5o São Paulo vira aos 40 do segundo tempo, com gol de Adriano.
O Morumbi não estava lotado, foram 29 mil pessoas que apoiaram e vibraram com a virada tricolor. O importante é que apesar de não ter sido brilhante, nem jogado bem.. o Tricolor mostrou brio, raça, vontade.... e o Adriano demonstrou estar engasgado com tudo e desabafou mostrando que não tem sangue de barata.
Espero que daqui pra frente as polêmicas e desconfianças se afastem do Morumbi. Obrigado Adriano! Valeu por hoje!
Saudações Tricolores!
PS: Abaixo, cópia do meu post da última semana, em que disse "será o jogo do Adriano".
2 de março de 2008 : "Quanto ao Imperador, podem aguardar... quarta é o dia dele! É hora de encher o Morumbi!"
domingo, 2 de março de 2008
G4 volta a ter clube de primeira!
O São Paulo venceu o Mirassol por 2x1 nesse domingo na casa do adversário.
Foi um jogo tecnicamente fraco mas o tricolor impôs seu domínio e quando realizou o resultado, preferiu administrar. O destaque do jogo foi um atacante, mas não foi o Imperador que andou se envolvendo em polêmicas. O atacante Borges realmente vem jogando muito bem e marcando gols, convencendo os torcedores que desconfiam muito de seu futebol.
Quando pensei que fosse elogiar a zaga do SPFC por finalmente não sofrer um gol, o Mirassol descontou aos 46 do segundo tempo. Dessa vez não foi falha do Juninho que pela primeira vez fez uma boa exibição.
Os pontos negativos foram os alas, Joílson e Júnior mostraram um futebol horrível com pouca movimentação e muitos erros.
Bom, o que importa é que o SPFC está de volta ao G4! Afinal, semifinais do Paulistão sem clube de Série A seria muito ruim para o campeonato.
Quanto ao Imperador, podem aguardar... quarta é o dia dele! É hora de encher o Morumbi!
Que venha o Audax!
Foi um jogo tecnicamente fraco mas o tricolor impôs seu domínio e quando realizou o resultado, preferiu administrar. O destaque do jogo foi um atacante, mas não foi o Imperador que andou se envolvendo em polêmicas. O atacante Borges realmente vem jogando muito bem e marcando gols, convencendo os torcedores que desconfiam muito de seu futebol.
Quando pensei que fosse elogiar a zaga do SPFC por finalmente não sofrer um gol, o Mirassol descontou aos 46 do segundo tempo. Dessa vez não foi falha do Juninho que pela primeira vez fez uma boa exibição.
Os pontos negativos foram os alas, Joílson e Júnior mostraram um futebol horrível com pouca movimentação e muitos erros.
Bom, o que importa é que o SPFC está de volta ao G4! Afinal, semifinais do Paulistão sem clube de Série A seria muito ruim para o campeonato.
Quanto ao Imperador, podem aguardar... quarta é o dia dele! É hora de encher o Morumbi!
Que venha o Audax!
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